Ana Lima tem razão. Essa minha universidade é uma festa!
Desta vez foi a festa dos pós-graduandos que agitou a sexta-feira. Quando falaram em festa, imaginei som e dança. Nada, era só uma reunião lotada de gente com drinks quentes: vodka com vinho, ou gim tônica. Todo mundo falando ao mesmo tempo. Se Juliano não tivesse insistido, talvez eu nem tivesse ficado. Ando meio jururu, apesar das festas, e estava cansada por ter passado o dia todo nas bibliotecas. Mas fiquei e acabei encontrando outros estudantes de Phd do Daniel.
Separação hierárquica: os estudantes de doutorado vão às festas da pós-graduação, conversam um pouco com os de mestrado e logo se organizam para ir para outro lugar. Só me dei conta dessa distinção quando chamei o Juliano pra ir junto pro Bowling (um lugar grande, com pistas de boliche, salas de karaokê e uma área de bar) e ele disse: não, isso é coisa pros doutorandos.
Bom, como sou doutoranda e estava com vontade de conhecer pessoas, lá fui eu pro Bowling comer pizza e tomar cerveja. Sentei numa mesa que tinha duas estudantes gregas e duas italianas. Aliás, como no Brasil, os homens são minoria entre estudantes. Das 20 pessoas que saíram,juntas, 3 eram homens. Outro ponto interessante: a esmagadora maioria dos, ou seria melhor dizer das, estudantes são estrangeiras. Gente da Romênia, da Grécia, da Itália, da Bélgica, dos EUA, do Brasil, claro, Libaneses, países africanos...uma infinidade de sotaques muito divertida.
hierarquias... aqui em Bordeaux sinto isso bem forte também, professores prum lado e estudantes pro outro; mas o grupo de pesquisa é de doutorandos e mestrandos.
ResponderExcluir