quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Mandei a praticamente última versão pras orientadoras...
ai que medo!
Agora é aguardar se haverá novos comentários ou sugestões e partir pra formação da banca...
Juro, to com medo, to insegura, to tudo!
Agora é aguardar se haverá novos comentários ou sugestões e partir pra formação da banca...
Juro, to com medo, to insegura, to tudo!
domingo, 15 de janeiro de 2012
A água tá batendo na ...
Pois é, faz tempo que não publico nada neste blog.
A verdade é que não tem muito a publicar.
Estava eu quase achando que tinha quase terminado a tal da tese quando a minha coorientadora se manifestou. Estava lendo a tese e tinha uma série (bem grande!) de observações a fazer. Fui recebendo os arquivos, cheios de balõezinhos com comentários, correções e sugestões, aos poucos, numa espécie de tortura. Conversamos duas vezes longamente por telefone. Depois de cada ligação, meu coração vinha à boca, sentia uma coisa aqui no peito, pura ansiedade. No dia seguinte à primeira ligação, acordei às cinco e meia da manhã, comecei a trabalhar e só parei quando não havia mais neurônio funcionando na minha cabeça, sete horas depois (minha resistência já não é mais a mesma). O amanhecer deste dia foi lindo. Tentei fotografar, mas minha máquina, pra variar, não fez jus ao que eu tava vendo da sacada.
Os comentários, sugestões e correções, confesso, foram suuuuuuper benvindos. Eu realmente precisava deles e ela me ajudou muito dando uma amarrada nas ideias que eu tinha colocado na tese. Serei eternamente grata, mas, po, não podia ser antes? Agora a água tá batendo na bunda, tenho 15 dias pra terminar e uma infinidade de detalhes fundamentais para incluir e transformar e etc.
Meu sumiço, então, tá justificado. Não só não tenho coisas concretas para contar, como também não tenho tempo para blogar.
A verdade é que não tem muito a publicar.
Estava eu quase achando que tinha quase terminado a tal da tese quando a minha coorientadora se manifestou. Estava lendo a tese e tinha uma série (bem grande!) de observações a fazer. Fui recebendo os arquivos, cheios de balõezinhos com comentários, correções e sugestões, aos poucos, numa espécie de tortura. Conversamos duas vezes longamente por telefone. Depois de cada ligação, meu coração vinha à boca, sentia uma coisa aqui no peito, pura ansiedade. No dia seguinte à primeira ligação, acordei às cinco e meia da manhã, comecei a trabalhar e só parei quando não havia mais neurônio funcionando na minha cabeça, sete horas depois (minha resistência já não é mais a mesma). O amanhecer deste dia foi lindo. Tentei fotografar, mas minha máquina, pra variar, não fez jus ao que eu tava vendo da sacada.
Os comentários, sugestões e correções, confesso, foram suuuuuuper benvindos. Eu realmente precisava deles e ela me ajudou muito dando uma amarrada nas ideias que eu tinha colocado na tese. Serei eternamente grata, mas, po, não podia ser antes? Agora a água tá batendo na bunda, tenho 15 dias pra terminar e uma infinidade de detalhes fundamentais para incluir e transformar e etc.
Meu sumiço, então, tá justificado. Não só não tenho coisas concretas para contar, como também não tenho tempo para blogar.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Ah, tecnologia que facilita a vida! (ironia mode on)
Desde o ano passado estou na casa do Alf. Levei computador, alguns livros e roupas e fiquei por lá, tentando trabalhar. Como comentei, ontem consegui alguma coisa e hoje a manhã rendeu. Mas tive que vir em casa para pagar a faxineira, pegar as contas do mês que devem ser pagas também, buscar outros escritos para a tese e, especialmente, rever o Fredinho...
Enquanto espero o Alf chegar, resolvi tentar pagar as contas pela internet, no site do Banco do Brasil. O netbook, entretanto, não está cadastrado no banco e, por isso, não posso fazer os pagamentos. Decidi ligar para o suporte técnico do BB para entender e tentar resolver o assunto, já que vira e mexe eu preciso fazer pagamentos por este computador aqui.
Não consegui resolver o problema. O procedimento para cadastrar o computador é (1) ir até um terminal de auto-atendimento, (2) cadastrar o celular, (3) receber uma mensagem de sms com uma senha (acho que é isso), (4) voltar para casa e cadastrar o computador.
Ora, até entendo que seja por questão de segurança, mas se a internet e o telefone 0800 existem para que a gente tenha a vida facilitada, não sair de casa para fazer os pagamentos e outras transações bancárias, por que cargas d'água não existe um procedimento de cadastramento do computador direto de casa?
Outro dia a conta de uma amiga foi invadida e limpa no BB virtual...para este tipo de problema eles não têm solução. O negócio, então, é complicar a vida de clientes honestos que só querem pagar suas contas sem sair de casa. Desta forma, o banco quer nos fazer acreditar que está fazendo alguma coisa por nossa segurança!
Vou te contar...fico imaginando minha mãe, velhinha, tendo que lidar com todas essas exigências tecnológicas. Impossível!
E por falar nela...minha mãe adorava fazer palavras cruzadas. Comprava aqueles livrinhos em papel jornal cheios de quadradinhos, pegava seu dicionário e la ia ela, aprendendo novas palavras e exercitando o cérebro. Um dia ela parou. Disse que cansou. Achei uma pena, já que exercitar o cérebro é sempre bom. Aí, quando fui leva-la para Porto Alegre, decidi comprar um desses livrinhos para ocupar o tempo de espera no aeroporto (esqueci de levar um livro para ler).
Finalmente, entendi pq a Amparo parou de fazer palavras cruzadas. O que tem de referência a termos da informática nestes quebra-cabeças não é pouco... "del", "mouse" "shift", "site", e assim vai! Ora, como uma pessoa de mais de oitenta anos, que não aprendeu (nem quis) a mexer com computadores pode responder essas questões?
Minha mãe parou de fazer palavras cruzadas provavelmente desde que as palavras e a linguagem em geral mudaram e a contemporaneidade baseada na informação tomou lugar do mundo analógico que ela conhecia.
Será esta a ordem "natural" da nossa cultura? Seá que não seria bacana oferecer aos velhos oportunidades de continuarem se sentindo inseridos na sociedade? Do jeito que as coisas são, velhos são, em vez de sábios por sua experiência, apenas estorvos, a não ser que se dediquem a ser eternamente jovens, o que é humanamente impossível!
Enquanto espero o Alf chegar, resolvi tentar pagar as contas pela internet, no site do Banco do Brasil. O netbook, entretanto, não está cadastrado no banco e, por isso, não posso fazer os pagamentos. Decidi ligar para o suporte técnico do BB para entender e tentar resolver o assunto, já que vira e mexe eu preciso fazer pagamentos por este computador aqui.
Não consegui resolver o problema. O procedimento para cadastrar o computador é (1) ir até um terminal de auto-atendimento, (2) cadastrar o celular, (3) receber uma mensagem de sms com uma senha (acho que é isso), (4) voltar para casa e cadastrar o computador.
Ora, até entendo que seja por questão de segurança, mas se a internet e o telefone 0800 existem para que a gente tenha a vida facilitada, não sair de casa para fazer os pagamentos e outras transações bancárias, por que cargas d'água não existe um procedimento de cadastramento do computador direto de casa?
Outro dia a conta de uma amiga foi invadida e limpa no BB virtual...para este tipo de problema eles não têm solução. O negócio, então, é complicar a vida de clientes honestos que só querem pagar suas contas sem sair de casa. Desta forma, o banco quer nos fazer acreditar que está fazendo alguma coisa por nossa segurança!
Vou te contar...fico imaginando minha mãe, velhinha, tendo que lidar com todas essas exigências tecnológicas. Impossível!
E por falar nela...minha mãe adorava fazer palavras cruzadas. Comprava aqueles livrinhos em papel jornal cheios de quadradinhos, pegava seu dicionário e la ia ela, aprendendo novas palavras e exercitando o cérebro. Um dia ela parou. Disse que cansou. Achei uma pena, já que exercitar o cérebro é sempre bom. Aí, quando fui leva-la para Porto Alegre, decidi comprar um desses livrinhos para ocupar o tempo de espera no aeroporto (esqueci de levar um livro para ler).
Finalmente, entendi pq a Amparo parou de fazer palavras cruzadas. O que tem de referência a termos da informática nestes quebra-cabeças não é pouco... "del", "mouse" "shift", "site", e assim vai! Ora, como uma pessoa de mais de oitenta anos, que não aprendeu (nem quis) a mexer com computadores pode responder essas questões?
Minha mãe parou de fazer palavras cruzadas provavelmente desde que as palavras e a linguagem em geral mudaram e a contemporaneidade baseada na informação tomou lugar do mundo analógico que ela conhecia.
Será esta a ordem "natural" da nossa cultura? Seá que não seria bacana oferecer aos velhos oportunidades de continuarem se sentindo inseridos na sociedade? Do jeito que as coisas são, velhos são, em vez de sábios por sua experiência, apenas estorvos, a não ser que se dediquem a ser eternamente jovens, o que é humanamente impossível!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Este ano tá passando muito depressa!
Sim, já está no final do segundo dia do ano e eu mal vi passar.
Tentei, no dia 31, fazer planos, tomar decisões, planejar 2012. Confesso que não consegui. Enquanto não terminar essa tese, mais nada consigo planejar. Talvez este seja um ano de viver um momento de cada vez, talvez me surpreenda, talvez simplesmente passe como todos os anos, com coisas mais ou menos, coisas muito boas e coisas muito ruins acontecendo, como é, em geral, a vida da gente mesmo.
Todos os anos, neste época, criamos expectativas e tendemos a avaliar o ano que passou com frases como "este ano foi bom", "este ano foi terrível" ou qq outra avaliação possível. Como se ciclos se encerrassem apenas porque mudaram alguns dígitos do calendário criado por nós mesmos. Uma convenção que não me torna diferente do que fui até aqui. Não torna ninguém diferente. O tempo, não exatamente este cronometrado, traz mais experiência, mais angústias e, eventualmente, mais sabedoria se a gente souber prestar atenção às experiências que vive. No ano passado, eu vivi algumas fortes experiências, mas todas tiveram início em anos anteriores e foram se concretizando, independente do calendário (exceto pelo que era com data marcada). A vida é uma sequência de momentos...entre estes, a comemoração da chegada de um novo ano, que parece renovar as energias...
Sei lá, to aqui discorrendo sobre a convenção do calendário e a verdade é que sou totalmente influenciada por ele. Hoje, primeiro dia útil do ano, consegui retomar o trabalho. Ontem, primeiro dia do ano, feriado, não consegui fazer coisa alguma além de ver um filme depois do outro na TV.
Reflexõezinhas que só fazem reconhecer a força da cultura nas nossas vidas.
fui e nem vou revisar este texto antes de publicar...afinal, tudo isso é só para não deixar esse blog parado...este que agora já tem um ano de vida...
Ah! FELIZ ANO NOVO!!!
Tentei, no dia 31, fazer planos, tomar decisões, planejar 2012. Confesso que não consegui. Enquanto não terminar essa tese, mais nada consigo planejar. Talvez este seja um ano de viver um momento de cada vez, talvez me surpreenda, talvez simplesmente passe como todos os anos, com coisas mais ou menos, coisas muito boas e coisas muito ruins acontecendo, como é, em geral, a vida da gente mesmo.
Todos os anos, neste época, criamos expectativas e tendemos a avaliar o ano que passou com frases como "este ano foi bom", "este ano foi terrível" ou qq outra avaliação possível. Como se ciclos se encerrassem apenas porque mudaram alguns dígitos do calendário criado por nós mesmos. Uma convenção que não me torna diferente do que fui até aqui. Não torna ninguém diferente. O tempo, não exatamente este cronometrado, traz mais experiência, mais angústias e, eventualmente, mais sabedoria se a gente souber prestar atenção às experiências que vive. No ano passado, eu vivi algumas fortes experiências, mas todas tiveram início em anos anteriores e foram se concretizando, independente do calendário (exceto pelo que era com data marcada). A vida é uma sequência de momentos...entre estes, a comemoração da chegada de um novo ano, que parece renovar as energias...
Sei lá, to aqui discorrendo sobre a convenção do calendário e a verdade é que sou totalmente influenciada por ele. Hoje, primeiro dia útil do ano, consegui retomar o trabalho. Ontem, primeiro dia do ano, feriado, não consegui fazer coisa alguma além de ver um filme depois do outro na TV.
Reflexõezinhas que só fazem reconhecer a força da cultura nas nossas vidas.
fui e nem vou revisar este texto antes de publicar...afinal, tudo isso é só para não deixar esse blog parado...este que agora já tem um ano de vida...
Ah! FELIZ ANO NOVO!!!
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