Passei o final de semana em Florianópolis, dando uma de turista na cidade que me abrigou por 18 anos. Foi bom. Especialmente porque fui encontrar o Alfredo, que está trabalhando em campanha em Joaçaba e porque me reuni com amigos para uma super divertida feijoada. Voltei ao Rio no domingo à noite, já na hora de dormir. A segunda-feira foi agitada, preparando material para a reunião de tarde toda que teria sobre o trabalho que estou fazendo. Veio aqui a Solange, colega neste trabalho. Almoçamos juntas, conversamos bastante. Foi ótimo!
Chegou a terça-feira. Eu tenho o que fazer, mas o sentimento de solidão tá batendo forte. Não tenho compromisso com ninguém hoje e, descobri, sou um ser essencialmente social. Preciso das pessoas, preciso que precisem de mim. Preciso companhia para o almoço. Preciso falar sobre o que estou fazendo. Preciso trocar ideias e percepções. Simplesmente, preciso! Principalmente depois de tantos dias de agito, fica tudo meio vazio.
Chegou a terça-feira. Eu tenho o que fazer, mas o sentimento de solidão tá batendo forte. Não tenho compromisso com ninguém hoje e, descobri, sou um ser essencialmente social. Preciso das pessoas, preciso que precisem de mim. Preciso companhia para o almoço. Preciso falar sobre o que estou fazendo. Preciso trocar ideias e percepções. Simplesmente, preciso! Principalmente depois de tantos dias de agito, fica tudo meio vazio.