quarta-feira, 30 de outubro de 2013

As diferenças culturais não param de me surpreender

Já estou no Rio de Janeiro há um ano e meio e as diferenças culturais não param de me surpreender.
Em alguma medida, o estágio de 18 anos em Florianópolis me ajudou a chegar um pouco mais aberta a elas, uma vez que já tinha experimentado a sensação de ter que me adaptar.

São algumas diferenças: as filas no supermercado, as moças dos caixas mal humoradas, as pessoas que abandonam seus carrinhos no meio do corredor, o falar alto nas ruas, a sujeira no centro, o "vamos fazer alguma coisa juntos" que nunca acontece. As diferenças sociais tão marcadas. Tem as legais também: os seguranças da escola de dança e da clínica na minha rua que fazem questão de cumprimentar quando a gente passa, entre outras coisas muito agradáveis desta cidade "maravilhosa".

Porém, conforme o tempo passa, adaptada às mais visíveis diferenças, começo a me deparar com aquelas mais sutis. Não vou enumerá-las aqui. Mas posso dizer que estou envolvida em algum sofrimento para aprender a lidar com elas, conforme os insights vão surgindo.

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