domingo, 13 de março de 2011

Relatos de um sabadão.

Ontem eu caminhei! Alessandra e eu caminhamos. Encontramo-nos na estação de South Kensington para ir ao Victoria and Albert Museum. Muito legal!
O tempo esquentou, abandonei o casacão. Ufa!
E a sacola é de blusinhas que comprei antes de pegar o metrô.
De todas as salas que visitamos, que não foram todas as salas do museu, a que mais curti foi a Modern. Cheia de objetos super conhecidos nossos. Os móveis com design do início dos 1900 são ilustrativos de que o que a gente acha "muderno" hoje em dia, é, na verdade, moderno do século passado. Dá, às vezes, a sensação de que nada de novo em cadeiras, mesas e até roupas pode surgir de verdade. Tipo, já esgotou, né? Mas em seguida aparecem outros objetos que provam que ainda não esgotou, como a cadeira feita de papel como as lanternas japonesas. Ela até resiste a uma sentada, mas tá lá cercada de vidro pra evitar que se desmanche.

Era meu estado de espirito ontem.
Comprei as blusinhas pq precisava me sentir alive
Divertida foi a reação da Alessandra ao ver um walkmen virado em peça de museu. Ela vibrou!
O que será que faz a gente  vibrar ao ver, em museus, peças conhecidas e usadas por nós? Vai ver que é a sensação de entrar pra história. Sei lá.

Bom, depois de três horas perambulando por objetos antigos e nem tão antigos, decidimos passear um pouco pelas ruas de South Kensington. E como não estávamos cansadas de ver objetos, entramos nas lojinhas de design que tem por ali. Coisas lindas, mas da categoria "unafordable". Gostosas de ver.

Para os amantes dos gatos.
(o que a gente não pode ter, a gente fotografa!)
Já eram seis da tarde quando Ale ligou pra uma colega italiana do curso de inglês e marcou de encontrar na frente da National Gallery. Lá fomos nós, pegamos o 14 (ônibus), em frente à Harrods, descemos em Picadilly Circus, comemos em um japonês pra lá de baratinho e fomos encontrar Maria e seu namorado Marco para uma cerveja num pub em Covent Garden.

Pint e meia depois, "vamos embora!". Eu cheia de razão, tranquilizei Alessandradizendo que sabia como leva-la até a estação de Holborne. Fiz um raciocínio ao contrário e demos uma enooooooooooooooooooorme volta passando por Charing Cross. Gente, eram 10 e tanto da noite e o movimento nas ruas era igual ou maior do que durante o dia. Curtimos mais essa uma horinha de caminhada até chegarmos, finalmente, ao ponto.

Um comentário:

  1. adoro ler teus textos, conhecer alguns lugares e relembrar outros. adorei esse programa de museus com final no pub - mas juro que adoraria também ir no super comprar sabonete. aproveite! beijos

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