Não é fácil, não...mas acho que agora só faltam as considerações finais, a introdução e as ilustrações...
tá quase.
mas não ta facil escrever as considerações...o mundo do supermercado é tão abrangente e as práticas de compras em supermercado tão reveladoras que fica complicado sintetizar. Além disso, o cansaço que bateu depois de semanas sentada na frente do computador torna a tarefa mais árdua.
As compras em supermercado são parte da rotina, e, por isso mesmo, invisíveis...tornar visível o invisível é a essência do trabalho acadêmico. É parte do meu trabalho com um objeto, a princípio, tão mundano, tão sem charme e, em geral, considerado sem importância. Mas vá lá, pense bem. Falar da sociedade e da cultura sem falar em consumo, hoje em dia, é impossível, né não?
Mulheres em compras no supermercado são prato cheio para antropólogos, sociólogos, psicólogos e filósofos...nem eu imaginava tudo isso qdo comecei.
Prometo que depois da tese entregue, coloco algumas conclusões aqui. Por enquanto, só uma palhinha, tirada do Danny, para defender a minha ideia:
"...encontramos um preconceito ao mesmo tempo acadêmico e coloquial - preconceito que permanece como responsável pela difamação do ato de comprar e pela má vontade de enxergá-lo como uma prática que revela desenvolvimentos mais profundos do que triviais nos valores e crenças humanas. Essa é a acusação genérica do fetichismo que supõe que qualquer ênfase sobre a cultura material per se tomará necessariamente o lugar das relações sociais, em vez de se tornar um meio apara intensificar os valores sociais." (Miller, 2002:141)
tá quase.
mas não ta facil escrever as considerações...o mundo do supermercado é tão abrangente e as práticas de compras em supermercado tão reveladoras que fica complicado sintetizar. Além disso, o cansaço que bateu depois de semanas sentada na frente do computador torna a tarefa mais árdua.
As compras em supermercado são parte da rotina, e, por isso mesmo, invisíveis...tornar visível o invisível é a essência do trabalho acadêmico. É parte do meu trabalho com um objeto, a princípio, tão mundano, tão sem charme e, em geral, considerado sem importância. Mas vá lá, pense bem. Falar da sociedade e da cultura sem falar em consumo, hoje em dia, é impossível, né não?
Mulheres em compras no supermercado são prato cheio para antropólogos, sociólogos, psicólogos e filósofos...nem eu imaginava tudo isso qdo comecei.
Prometo que depois da tese entregue, coloco algumas conclusões aqui. Por enquanto, só uma palhinha, tirada do Danny, para defender a minha ideia:
"...encontramos um preconceito ao mesmo tempo acadêmico e coloquial - preconceito que permanece como responsável pela difamação do ato de comprar e pela má vontade de enxergá-lo como uma prática que revela desenvolvimentos mais profundos do que triviais nos valores e crenças humanas. Essa é a acusação genérica do fetichismo que supõe que qualquer ênfase sobre a cultura material per se tomará necessariamente o lugar das relações sociais, em vez de se tornar um meio apara intensificar os valores sociais." (Miller, 2002:141)
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