Tem aquela anedota, clássica já, sobre o gaúcho, o paulista e o carioca negociando. O gaúcho pergunta: que vantagens tu levas, tchê? O carioca pergunta: que vantagem eu levo, merrmão? E o paulista pergunta: que vantagem nós levamos, meu?
Se isso é verdadeiro, não sei. Sei que eu, uma gaúcha, estou vivendo uma experiência que faz com que a anedota seja meio verdadeira. É uma experiência que faz com que eu compreenda, na prática, a noção de mais valia. Meu tempo de trabalho valendo muito pouco e minha capacidade de trabalho sendo explorada ao máximo. Estou em estado de choque. Me pergunto se é choque cultural.
Sei que não dá para afirmar que este é o jeito carioca de fazer as coisas. Mas me faz colocar dois pés atrás. E bate uma saudade de um tempo que nem sei se existiu.
Ainda bem que amanhã se encerra o período em que enfrentei os choques culturais sozinha. Alfredo volta e mais uma mudança se desenha no horizonte: dividiremos o mesmo teto, agora sem perspectiva de um ir para lá e outro para cá. Como será?
Se isso é verdadeiro, não sei. Sei que eu, uma gaúcha, estou vivendo uma experiência que faz com que a anedota seja meio verdadeira. É uma experiência que faz com que eu compreenda, na prática, a noção de mais valia. Meu tempo de trabalho valendo muito pouco e minha capacidade de trabalho sendo explorada ao máximo. Estou em estado de choque. Me pergunto se é choque cultural.
Sei que não dá para afirmar que este é o jeito carioca de fazer as coisas. Mas me faz colocar dois pés atrás. E bate uma saudade de um tempo que nem sei se existiu.
Ainda bem que amanhã se encerra o período em que enfrentei os choques culturais sozinha. Alfredo volta e mais uma mudança se desenha no horizonte: dividiremos o mesmo teto, agora sem perspectiva de um ir para lá e outro para cá. Como será?
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