sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Aniversário em Petrópolis

Dia 8 de novembro foi meu aniversário. Eu estava em dúvida sobre como comemorar. Muito triste, ainda, por conta da partida do Frederico, ficar em casa estava me oprimindo. Então, depois de muito pensar, decidi que iríamos passar o final de semana fora de casa e Petrópolis pareceu a melhor opção. Por ser perto do Rio, por não ser praia, já que Alfredo anda fugindo do sol.

E não é que foi uma belíssima opção. A última vez que estive na cidade tinha 17 anos, ou seja, foi em "meados" do século passado e nem lembrava mais (ou talvez a cidade não fosse como é hoje). Passeamos a pé, mesmo sob alguma chuva, pelos diversos monumentos hitóricos - do Museu do Império ao Palácio Rio Negro que abrigou presidentes da República em férias de verão. Da Avenida Koeller, com mansões tombadas pelo Patrimônio Histórico ao Palácio de Cristal.

Amo a sensação de pisar na história, como sinto quando vou para a Europa e visito os diferentes sítios preservados. É uma cidade essencial para se conhecer a história política e social do país. Em alguma medida, ler as histórias das mansões, imaginar os veraneios (que para mim sempre tiveram conotação de praia e para os cariocas estão ligados à serra), foi como ler um romance de época. E, por mais louco que pareça, me remeteram a Bath, na Inglaterra, e aos romances da Jane Austen.

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A Catedral de Petrópolis, linda arquitetura, vitrais e o órgão que impressiona

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