Fomos ao Puerto Madero e a San Telmo. Dia tranquilo de muita caminhada e muito calor. Nada de mais. Acho que a viagem começa mesmo amanhã, quando partimos de Buquebus para o Uruguai.
Mesmo assim, foi bacana passear com Alfredo e Felipe, olhar coisinhas na feira, tomar café na loja dos alfajores Havana, tirar fotinhos no metrô, cujos trens são antiguinhos, sem ar condicionado. As plataformas estreitas, as estações azulejadas. Bem diferente do metrô carioca.
Algumas observações: não está caro vir a Bs As. O câmbio nos favorece. Porém, vale lembrar que passamos muitos dias em família e, por isso, não gastamos muito com alimentação.
A ideia de ficar em uma apartamento alugado pelo airbnb também foi bem legal. Todos os dias, tomamos café em casa, o que nos permite economizar. A diária do apto, para 3 pessoas, foi de 152 reais. Super bem localizado, perto do metrô, dá para caminhar para Palermo Soho, Hollywood, Viejo. Mas o próprio entorno aqui na Sinclair com Cervino tem todo o conforto, com restaurantes legais, modernos e tradicionais. Fica pertinho da Santa Fé, com comércio bem variado. Aliás, adorei a vizinhança. Boa de caminhar a qualquer hora do dia.
Os restaurantes que escolhemos também tinham preços bons, pois não eram os mais "indicados" para turistas - por 130 pesos por pessoa se come um bom bife de chorizo com vinho em alguns lugares. Mas tb consumimos choripans e medialunas para "enganar" o estômago quando a fome batia.
Taxi é bem barato e metro, então, nem se fala. Não fiz grandes compras - só uma bolsa para dar de presente para a Betina. Em verdade, estamos fazendo uma viagem do tipo econômica, como sempre.
Como não sabemos se se pode tomar a água da torneira (há controvérsias demais), estamos consumindo água mineral. Mas o sabor não é muito bom e tem sódio demais. Bebemos e a sede continua.
Cerveja, na Argentina, sempre foi e continua tão cara quanto vinho. Mesmo assim, algumas Quilmes cruzaram nossos caminhos. Compradas no mercadinho ao lado - um litro a 28 pesos (sete reais), ou então para refrescar nos intervalos dos passeios - a latinha mais cara que pagamos foi 40 pesos (10 reais!). Assim que, se quiser tomar cerveja, melhor fazer isoporzinho em Buenos Aires.
Mesmo assim, foi bacana passear com Alfredo e Felipe, olhar coisinhas na feira, tomar café na loja dos alfajores Havana, tirar fotinhos no metrô, cujos trens são antiguinhos, sem ar condicionado. As plataformas estreitas, as estações azulejadas. Bem diferente do metrô carioca.
Algumas observações: não está caro vir a Bs As. O câmbio nos favorece. Porém, vale lembrar que passamos muitos dias em família e, por isso, não gastamos muito com alimentação.
A ideia de ficar em uma apartamento alugado pelo airbnb também foi bem legal. Todos os dias, tomamos café em casa, o que nos permite economizar. A diária do apto, para 3 pessoas, foi de 152 reais. Super bem localizado, perto do metrô, dá para caminhar para Palermo Soho, Hollywood, Viejo. Mas o próprio entorno aqui na Sinclair com Cervino tem todo o conforto, com restaurantes legais, modernos e tradicionais. Fica pertinho da Santa Fé, com comércio bem variado. Aliás, adorei a vizinhança. Boa de caminhar a qualquer hora do dia.
Os restaurantes que escolhemos também tinham preços bons, pois não eram os mais "indicados" para turistas - por 130 pesos por pessoa se come um bom bife de chorizo com vinho em alguns lugares. Mas tb consumimos choripans e medialunas para "enganar" o estômago quando a fome batia.
Taxi é bem barato e metro, então, nem se fala. Não fiz grandes compras - só uma bolsa para dar de presente para a Betina. Em verdade, estamos fazendo uma viagem do tipo econômica, como sempre.
Como não sabemos se se pode tomar a água da torneira (há controvérsias demais), estamos consumindo água mineral. Mas o sabor não é muito bom e tem sódio demais. Bebemos e a sede continua.
Cerveja, na Argentina, sempre foi e continua tão cara quanto vinho. Mesmo assim, algumas Quilmes cruzaram nossos caminhos. Compradas no mercadinho ao lado - um litro a 28 pesos (sete reais), ou então para refrescar nos intervalos dos passeios - a latinha mais cara que pagamos foi 40 pesos (10 reais!). Assim que, se quiser tomar cerveja, melhor fazer isoporzinho em Buenos Aires.
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| Composição floral no metrô portenho |

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