Terminada a leitura, depois do almoço, estava bem cansada e resolvi que hoje, excepcionalmente, não iria passear. Deitei para meia horinha de descanso com o firme propósito de continuar a trabalhar depois.
Exatamente meia hora depois, o telefone tocou. Era o Daniel perguntando se eu tinha esquecido de nosso encontro hoje, às 3 da tarde. Fiquei meio atordoada, pois eu não sabia desse encontro. Disse que poderia ir assim mesmo e remarcamos para as 5 horas (depois ele viu que tinha escrito o email me chamando mas não tinha enviado. Coisas de professores que vivem no mundo das ideias).
Pois bem, fui ao encontro dele e ele propôs que nos mudássemos para um pub. Lá fomos nós. Tomamos uma pint cada um enquanto discutíamos o meu trabalho.
O resultado é que a moleza acabou pra mim. Ele deu vários conselhos e opiniões, assim como estabeleceu regras para nosso relacionamento. O mais importante: todas as sextas-feiras devo enviar o que quer que tenha escrito, em português mesmo. Ainda que ele não entenda o que escrevi, poderá ver os resultados em termos de quantidade. Além disso, devo enviar um sumário dos escritos em inglês com algum exercício de reflexão. A cada quinze dias, nos encontramos para conversar sobre a evolução da tese.
Entre os conselhos, destaca-se trabalhar como se fosse um emprego pelo qual eu estivesse sendo paga, cumprindo horário de nove às cinco, com pausa para almoço e café. Relaxar depois das cinco. Não trabalhar em finais de semana, estes existem para a gente se divertir. Esse Danny é figura!
Outros detalhes da conversa apenas deixariam este post longo e chato, já que versam sobre o conteúdo da tese (que tese?! heheheh).
Farei o que ele pediu, mas não quero me despedir das caminhadas por Londres. Falando nisso, to ficando tão ambientada que hoje, indo pra UCL percebi que não prestei atenção no caminho. Apenas fui.
Esse Daniel sabe das coisas!
ResponderExcluirÉ muito complicado postar o comentário. tem que ficar dando um monte de informação que às vezes a gente nem tem.
Vou de anônimo mesmo.
Alf
Hehehe quem diria... Não é porque o Daniel é festeiro que ele é relapso!!
ResponderExcluirBom trabalho.
beijos