sexta-feira, 25 de março de 2011

Em Paris

To me achando!

De Londres para Paris via Eurostar. Cheguei ontem à noite. Privilegiada: meu genro Julien foi me buscar na estação e ainda por cima preparou o jantar para nós.

Antes de vir, porém, trabalhei um pouco, desta vez, na British Library, pq a UCL estava em greve. Na verdade, nem tentei ir até a biblioteca da UCL, já que estava há horas para conhecer a British. É enorme, chega a ser assustadora. Tem umas burocracias para se registrar e poder consultar o acervo. Além do passaporte e comprovante de residência, é preciso ter a lista do material que se está querendo pesquisar. Acabou que só me registrei pra usar o wifi e vou deixar para preparar a lista em casa, pelo site do acervo da biblioteca. Mas vou confessar, não me apaixonei pelo lugar, grande demais.

A entradinha da British Library

Já o dia de hoje, em Paris, foi dedicado a caminhar muito. Ana Lima e Alessandra me falaram do Musèe L'Orangerie. Resolvi ir até lá. Consultei o google maps para saber o caminho e parti. Fui andando pelas ruas, entrando em lojinhas, na Galeria Lafayete e outras paradinhas, na maior flanerie até chegar à Champs Elisèes, como mandava o mapa. Ali, pra variar, errei o caminho. Ou melhor, o google maps não foi claro. Rodei, rodei, rodei em torno da Place de la Concorde até finalmente perguntar a um motorista de ônibus onde era o tal museu e descobrir que era dentro do Jardin des Tuileries. Comi um crepe caro e ruim (essas coisas para turista são quase sempre roubadas) e fui ver o museu. Valeu a caminhada longa. O museu é muito gostoso, pequeno, não chega a cansar. Adorei ver as obras do Monet no andar de cima, mas amei, mesmo, foi lá em baixo, a coleção do mecenas Guillaume. Picassos, Cezannes, Renoirs, entre outros em obras nem tão badaladas.

Picasso

Bom, já que tava no jardim, andei por ele, sentei na graminha como todo mundo que tava lá. O dia estava quente e o jardim cheio de gente lagarteando nas cadeiras e no gramado. Fui até o outro lado - o Louvre. Atravessei uma ponte (acho que é a dos namorados) que eu já tinha atravessado antes, mas não tinha reparado nos cadeados...casais colocam cadeados com seus nomes na "mureta" da ponte e, com o sol batendo, o brilho fica intenso. Bacana, né, simboliza a união, por outro lado, parece mandinga, ficar "cadeada" ao outro desse jeito. Me deu uma certa agonia!

Pura mandinga!
Voltei pra casa por volta de 16h30min, almocei e comecei a procurar apartamento pra alugar em Londres, no período que o Alfredo vai estar lá. Me distraí tanto nessa tarefa que qdo vi já eram oito horas da noite...
Agora são nove, estou esperando a Betina aparecer para vermos o que vamos jantar. A fome tá batendo!

Primavera em Paris

2 comentários:

  1. Quando é que vc vai facilitar isso aqui prá gente fazer os comentários??? Dá uma preguiça de gato toda a burocracia para dizer um 'oi'. :(

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  2. Credo Beth,fiquei agoniada tbem ´so de ver a foto dos cadeados.Vendo isso acho que aqueles corações com os nomes entalhados em arvores até que eram simpaticos.
    Bjs

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