O caminho entre uma cidade e outra é bem curtinho, mas levamos umas cinco horas, pois paramos em vários lugarejos bem charmosos. Além disso, começou uma chuvinha, o que fez com que viéssemos com mais cuidado.
A manhã de hoje foi dedicada a passear pelo centro de Wells. Uma gracinha de cidade. Era dia de feira no centro e ficamos passeando entre as barraquinhas, fotografando e provando de tudo um pouco: cheddar de diversos tipos - sim, o queijo cheddar inglês é de tipos variados, por causa das varias formas de maturação bem como dos temperos diferentes que nele são colocados, nada a ver com o cheddar amarelo que comemos no Brasil -, falafel, terrine de truta, doce de leite...humm, delícia.
Compramos dois pedaços de queijo, um cheddar e um brie, mais um pão tipo baguete para nosso almoço, mas acabamos tomando uma sopinha na cafeteria da Linda, Antiga e Cheia de História Catedral da cidade. Os queijos e o pão estão sendo consumidos neste exato momento, dentro de nosso quarto no B&B de Weymouth.
Saímos de Wells por volta de uma hora, programamos a GPS para nos levar até Cerne Abbas, onde há o enigmático desenho de um gigante peladão com um pinto enorme. Para mais detalhes: http://en.wikipedia.org/wiki/Cerne_Abbas_giant
Antes de ver o pinto do gigante, paramos para visitar os Minterne Gardens, lindo lugar também. Porém, chovia e estava frio, não aguentamos muito tempo a caminhada e logo voltamos para o carro. Depois de ver o gigante, fomos ao centro de Cerne Abba, chamado Village para dar uma olhada no pub que existe desde 1500 e alguma coisa e que, conta a lenda, um rei autorizou a vender álcool quando ali passou, e tomar um chá com scone, assim descrito no cardápio: "Dorset Cream Tea. Home made fruit scone served with Duchy Originals Organic Strawberry preserve and a Dorset Favourite, Blackmore Vale Clothed cream! Yum!...and of course a pot of tea for one." Segundo o Alfredo, e eu também, era tudo isso...Yummm!
Depois queríamos ir a um castelo, em Portland - pq eu fiz o Alf comprar um passe para atrações patrimoniais inglesas qdo visitamos Stonehenge e agora a gente precisa usar! Colocamos na GPS o rumo do castelo e seguimos as instruções até que ela mandou dobrar à direita onde não havia uma saída...Acontece que a estrada foi reformada e o mapa que ela tem não tem a estrada nova...ela endoidou, começou a recalculate e nos mostrava fora da estrada. Perdemos algum tempo nisso. Fomos e voltamos pela mesma estrada. Ficou tarde, perdemos o horário para entrar no tal castelo e resolvemos vir direto para Weymouth procurar um B&B para passar a noite.
A parte bacana da GPS é que ela nos faz andar por estradas pequenas, pouquíssimas auto-estradas. Uma das partes ruins é que ela sabe mais do que nós dos caminhos. Assim que não sei se vamos por estradas pequenas só pq ela manda ou se é pq não tem muitas auto-estradas na Inglaterra. Afinal, não temos um mapa rodoviário. Um detalhe que chama a atenção nas estradas aqui é a absoluta falta de acostamento, por isso, parecem mais estreitas ainda.
Observação: resolvi abrir um espaço, aqui, para que o Alf escreva. Ele fica o tempo todo dizendo que tem que falar disso ou daquilo no Tatilidades. Assim, ele pode escrever sobre o que ele quer...A partir de hoje, o texto em itálico (nao as palavras em itálico no corpo do meu texto) é de autoria dele.
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