Passeia a semana peleando com a tese. Tamanha crise que me fez sonhar, ontem, com um monstro.
O sonho: um homem muuuuuuuito feio e possessivo me mantinha presa à casa dele. Ele era apaixonado por mim, eu não podia nem olhar na cara dele. Desesperadora a situação. Queria sair dali. As pessoas vinham (inclusive uma das professoras do PPGICH) até a casa para visitar e me diziam: você tem que sair daí! Em um determinado momento, o monstro pegou meu computador e levou-o para o quarto. Alguém disse: é a oportunidade, agora você vai sair. Mas não podia deixar meu computador com ele, não podia. Mais desespero. Acordei às quatro e meia da manhã e não consegui mais pregar os olhos.
Comecei a interpretar o sonho. Lembrei que no tempo do mestrado, costumava brincar que tinha casado com a dissertação. Ela ocupava meu quarto inteiro, minha cama era coberta de livros, eu acordava e partia para a frente do computador, sem sofrimento algum. Agora, com a tese, mesmo que ela tenha invadido a sala e o escritório, não me sinto casada...
Foi uma luz, uma libertação. Percebi que estava com medo da tese. Que me sentia presa a ela. Que não a "amava" como "amei" a dissertação. O monstro, então, ficou até bonitinho e consegui trabalhar, pensar melhor, encarar a escrita da introdução (está quase pronta), começar as traduções das citações em língua estrangeira (já terminadas - um dia de trabalho), e começar a corrigir a formatação de acordo com as normas (ainda pesquisando nas normas da ABNT).
Claro que tive a ajuda da Marina, que veio aqui para me dar dicas de como lidar com as fotos e o textos. Mas, mais importante do que as dicas, foi o fato de ela ter vindo e eu ter podido falar da tese, discutir o que estava fazendo, ter alguém me ouvindo, dando sugestões e emitindo palavras de estímulo. Aí, de lambuja, a Rosana apareceu aqui para um café. Claro que também foi alugada pelo monstro que ficou bonitinho. Foi obrigada a ler o que eu escrevi na introdução, ouvir eu falar dos capítulos, ajudar a traduzir uma citação em francês e blablabla.
O resultado do dia de ontem é que fiquei mais tranquila em relação à tese, sem fantasmas, ela é só um grande trabalho que chega nos arremates, que ainda tomam um bom tempo. Basta persistir, com paciência, para que fique bonitinha.
Enquanto isso, espero a leitura da Carmen para os arremates que não terei visto que faltam.
O sonho: um homem muuuuuuuito feio e possessivo me mantinha presa à casa dele. Ele era apaixonado por mim, eu não podia nem olhar na cara dele. Desesperadora a situação. Queria sair dali. As pessoas vinham (inclusive uma das professoras do PPGICH) até a casa para visitar e me diziam: você tem que sair daí! Em um determinado momento, o monstro pegou meu computador e levou-o para o quarto. Alguém disse: é a oportunidade, agora você vai sair. Mas não podia deixar meu computador com ele, não podia. Mais desespero. Acordei às quatro e meia da manhã e não consegui mais pregar os olhos.
Comecei a interpretar o sonho. Lembrei que no tempo do mestrado, costumava brincar que tinha casado com a dissertação. Ela ocupava meu quarto inteiro, minha cama era coberta de livros, eu acordava e partia para a frente do computador, sem sofrimento algum. Agora, com a tese, mesmo que ela tenha invadido a sala e o escritório, não me sinto casada...
Foi uma luz, uma libertação. Percebi que estava com medo da tese. Que me sentia presa a ela. Que não a "amava" como "amei" a dissertação. O monstro, então, ficou até bonitinho e consegui trabalhar, pensar melhor, encarar a escrita da introdução (está quase pronta), começar as traduções das citações em língua estrangeira (já terminadas - um dia de trabalho), e começar a corrigir a formatação de acordo com as normas (ainda pesquisando nas normas da ABNT).
Claro que tive a ajuda da Marina, que veio aqui para me dar dicas de como lidar com as fotos e o textos. Mas, mais importante do que as dicas, foi o fato de ela ter vindo e eu ter podido falar da tese, discutir o que estava fazendo, ter alguém me ouvindo, dando sugestões e emitindo palavras de estímulo. Aí, de lambuja, a Rosana apareceu aqui para um café. Claro que também foi alugada pelo monstro que ficou bonitinho. Foi obrigada a ler o que eu escrevi na introdução, ouvir eu falar dos capítulos, ajudar a traduzir uma citação em francês e blablabla.
O resultado do dia de ontem é que fiquei mais tranquila em relação à tese, sem fantasmas, ela é só um grande trabalho que chega nos arremates, que ainda tomam um bom tempo. Basta persistir, com paciência, para que fique bonitinha.
Enquanto isso, espero a leitura da Carmen para os arremates que não terei visto que faltam.
nossa, mãezinha, que bom que o mostro está virando bonitinho.
ResponderExcluirtenho certeza de que a tua tese vai ficar ÓTIMA.
beijo, te amo.