O tempo tem influência direta sobre nosso astral, mesmo.
Desde ontem, apesar de muito frio, o sol está brilhando nos dias Florianopolitanos. Dá outro ânimo e eu até comecei a produzir. Ontem gastei o dia preparando a apresentação do texto sobre os sentidos. Hoje revisei a tradução de um outro texto e reli o que já tinha escrito para o capítulo metodológico da tese, tendo novas ideias sobre o que devo colocar ali. Estou contente com isso.
A noite, porém, foi estranha. Tive um pesadelo. Estávamos visitando um local turístico, com penhascos e esses começaram a desabar. Corremos para o carro. Eu estava sentada do lado esquerdo, banco do carona em carros ingleses, e Alfredo disse pra eu dirigir. Pulei para o banco da direita e não conseguia colocar a chave no lugar certo para ligar o carro. Pavor, pois o chão continuava a desabar. Acordei às 2 e meia da madrugada, antes do fim do pesadelo, como sempre acontece, e decidi chavear melhor a porta. De manhã, ouvi barulhos na fechadura e levei um susto. Era só a faxineira chegando.
Aí me dou conta de que ainda estou atrapalhada. Nem lembrava que ela viria hoje.
O que diz o sonho? Tenho uma vaga ideia, principalmente pq não estávamos só Alfredo e eu. Tentando entrar no carro, no banco de trás, estava também um conhecido que foi criticado há alguns dias por uma amiga (em um momento "fofoca") por ter ideias ultrapassadas. Fiquei pensando na idade, no tempo que passa, na minha vida de estudante aos cinquenta anos. Às vezes, isso me parece absurdo e, como diz a Ana Paula, meu superego super desenvolvido me enche de críticas. Que bobagem, respondo. Deixa eu ser jovem!
Durante os dias, no escritório, bem em cima da minha cadeira, o sol esquenta tudo. Frederico não sai de perto, para manter-se aquecido. Talvez eu continue assim, atrapalhada, por muito tempo ainda. Talvez até terminar de escrever a tese. Sei lá. A cabeça tá a mil e, ao mesmo tempo, fora do ar. Sigo o fluxo, vou fazendo, a ansiedade bate, parece que me perco. Deixo de lado algumas coisas, de tal forma que elas fogem da minha cabeça. Mais ansiedade. Medo de me perder. Preguiça de juntar tudo. Trabalheira. Faço alguma coisa, fico contente. Sobe e desce.
Leio as notícias dos amigos que ficaram em Londres. Vontade de viajar mais. O que me espera?
Acho que meu problema, no momento, é fome. Com fome, não sou produtiva, nem objetiva. Vou almoçar.
Desde ontem, apesar de muito frio, o sol está brilhando nos dias Florianopolitanos. Dá outro ânimo e eu até comecei a produzir. Ontem gastei o dia preparando a apresentação do texto sobre os sentidos. Hoje revisei a tradução de um outro texto e reli o que já tinha escrito para o capítulo metodológico da tese, tendo novas ideias sobre o que devo colocar ali. Estou contente com isso.
A noite, porém, foi estranha. Tive um pesadelo. Estávamos visitando um local turístico, com penhascos e esses começaram a desabar. Corremos para o carro. Eu estava sentada do lado esquerdo, banco do carona em carros ingleses, e Alfredo disse pra eu dirigir. Pulei para o banco da direita e não conseguia colocar a chave no lugar certo para ligar o carro. Pavor, pois o chão continuava a desabar. Acordei às 2 e meia da madrugada, antes do fim do pesadelo, como sempre acontece, e decidi chavear melhor a porta. De manhã, ouvi barulhos na fechadura e levei um susto. Era só a faxineira chegando.
Aí me dou conta de que ainda estou atrapalhada. Nem lembrava que ela viria hoje.
O que diz o sonho? Tenho uma vaga ideia, principalmente pq não estávamos só Alfredo e eu. Tentando entrar no carro, no banco de trás, estava também um conhecido que foi criticado há alguns dias por uma amiga (em um momento "fofoca") por ter ideias ultrapassadas. Fiquei pensando na idade, no tempo que passa, na minha vida de estudante aos cinquenta anos. Às vezes, isso me parece absurdo e, como diz a Ana Paula, meu superego super desenvolvido me enche de críticas. Que bobagem, respondo. Deixa eu ser jovem!
Durante os dias, no escritório, bem em cima da minha cadeira, o sol esquenta tudo. Frederico não sai de perto, para manter-se aquecido. Talvez eu continue assim, atrapalhada, por muito tempo ainda. Talvez até terminar de escrever a tese. Sei lá. A cabeça tá a mil e, ao mesmo tempo, fora do ar. Sigo o fluxo, vou fazendo, a ansiedade bate, parece que me perco. Deixo de lado algumas coisas, de tal forma que elas fogem da minha cabeça. Mais ansiedade. Medo de me perder. Preguiça de juntar tudo. Trabalheira. Faço alguma coisa, fico contente. Sobe e desce.
Leio as notícias dos amigos que ficaram em Londres. Vontade de viajar mais. O que me espera?
Acho que meu problema, no momento, é fome. Com fome, não sou produtiva, nem objetiva. Vou almoçar.
| Ou pegar o trem e sair por aí! |
Nenhum comentário:
Postar um comentário