Devagar e sempre, mas andando...
Finalmente consegui entrar na tese, pelo menos em um dos capítulos da tese..tem que ser assim, mesmo, um de cada vez. Ainda devagar, muitas leituras por serem feitas, conceitos para serem esclarecidos, etc. Mas vai dar! eu acho...hehehe
Enquanto vou mergulhando no tema, o resto da vida fica meio em suspenso. Mesmo assim, ontem fui assistir um espetáculo de coro e orquestra, convidada pela amiga Betina Adams, que faz parte do coro. Saímos debaixo da maior chuvarada para ir até o teatro na SC 401 e valeu a pena. Enquanto ouvia as apresentações da orquestra, do coro e dos solistas, pensava na minha tese. É sempre bom sair do lugar para ver tudo melhor.
Na verdade, por ser um espetáculo de um coro amador, a minha expectativa era baixa. Mas me surpreendi. Boa qualidade dos cantores, dos solistas e da orquestra sinfonica de florianópolis. Não sou uma especialista em música, mas deu para fruir direitinho e até ajudou a pensar. (Não lembro o nome do espetáculo e o Alf levou o programa pra casa dele...sorry!)
Falando em chuva, a situação no estado tá feia. cheia de desbrigados, barreiras caídas, e ameaças de calamidades piores. Também, foram dias e dias de chuva sem parar, inclusive no feriado de 7 de setembro (pô, São Pedro podia ter dado uma folga!). Tudo molhado em casa, o gato numa agitação que não dá folga, o cheirinho de mofo que irrita e coisa e tal...
Falando no feriado, trabalhei durante o dia, mas a noite saí com minha amiga Zau e seu namorado Duda e mais o Alfredo para dar umas risadinhas e tomar um vinho. Duda, que é bahiano, disse nunca ter vindo a Florianópolis sem chuva e debochou do povo que só sabe falar do tempo no Facebook. Segundo ele, quem mora em Santa Catarina não tem outro assunto.
No domingo, fui almoçar com Alf e seu amigo David, que estava em Floripa para um congresso. Fomos para o sul da ilha e vimos baleias, tão lindas. Aliás, acredito que uma das que vimos foi a que encalhou no Pântano do Sul. Pobre bicho, que agonia. Ainda bem que se libertou!
O certo é que não dá mesmo para abrir mão da vida social - deveria diminuir de intensidade, mas tá difícil!
Sem contar a preguiça. Hoje acordei, fiz meu café, ajeitei a casa e comecei a reunir bibliografia para o capítulo que estou escrevendo, ou pretendo escrever. Parei tudo para ir para o pilates - delícia de atividade física, já sinto os resultados - e depois almoçar...aí voltei pra casa com vontade mesmo de deitar e dar uma dormidinha depois do almoço...não fiz isso, vim pro computador, comecei a dar uma olhada na bibliografia, fazer pesquisa no google acadêmico e escrevi mais um parágrafo...Aí travei pq precisava procurar em um livro uma citação (ou fazer uma paráfrase). Deu preguiça. Decidi abrir o tatilidades e escrever aqui...e não dormi.
Dormir é fundamental para deixar o inconsciente trabalhar, fazer as ligações necessárias e, principalmente, para acordar sem a preguiça. Acho que vou me dar 30 minutos! "Boa noite!"
Finalmente consegui entrar na tese, pelo menos em um dos capítulos da tese..tem que ser assim, mesmo, um de cada vez. Ainda devagar, muitas leituras por serem feitas, conceitos para serem esclarecidos, etc. Mas vai dar! eu acho...hehehe
Enquanto vou mergulhando no tema, o resto da vida fica meio em suspenso. Mesmo assim, ontem fui assistir um espetáculo de coro e orquestra, convidada pela amiga Betina Adams, que faz parte do coro. Saímos debaixo da maior chuvarada para ir até o teatro na SC 401 e valeu a pena. Enquanto ouvia as apresentações da orquestra, do coro e dos solistas, pensava na minha tese. É sempre bom sair do lugar para ver tudo melhor.
Na verdade, por ser um espetáculo de um coro amador, a minha expectativa era baixa. Mas me surpreendi. Boa qualidade dos cantores, dos solistas e da orquestra sinfonica de florianópolis. Não sou uma especialista em música, mas deu para fruir direitinho e até ajudou a pensar. (Não lembro o nome do espetáculo e o Alf levou o programa pra casa dele...sorry!)
Falando em chuva, a situação no estado tá feia. cheia de desbrigados, barreiras caídas, e ameaças de calamidades piores. Também, foram dias e dias de chuva sem parar, inclusive no feriado de 7 de setembro (pô, São Pedro podia ter dado uma folga!). Tudo molhado em casa, o gato numa agitação que não dá folga, o cheirinho de mofo que irrita e coisa e tal...
Falando no feriado, trabalhei durante o dia, mas a noite saí com minha amiga Zau e seu namorado Duda e mais o Alfredo para dar umas risadinhas e tomar um vinho. Duda, que é bahiano, disse nunca ter vindo a Florianópolis sem chuva e debochou do povo que só sabe falar do tempo no Facebook. Segundo ele, quem mora em Santa Catarina não tem outro assunto.
No domingo, fui almoçar com Alf e seu amigo David, que estava em Floripa para um congresso. Fomos para o sul da ilha e vimos baleias, tão lindas. Aliás, acredito que uma das que vimos foi a que encalhou no Pântano do Sul. Pobre bicho, que agonia. Ainda bem que se libertou!
O certo é que não dá mesmo para abrir mão da vida social - deveria diminuir de intensidade, mas tá difícil!
Sem contar a preguiça. Hoje acordei, fiz meu café, ajeitei a casa e comecei a reunir bibliografia para o capítulo que estou escrevendo, ou pretendo escrever. Parei tudo para ir para o pilates - delícia de atividade física, já sinto os resultados - e depois almoçar...aí voltei pra casa com vontade mesmo de deitar e dar uma dormidinha depois do almoço...não fiz isso, vim pro computador, comecei a dar uma olhada na bibliografia, fazer pesquisa no google acadêmico e escrevi mais um parágrafo...Aí travei pq precisava procurar em um livro uma citação (ou fazer uma paráfrase). Deu preguiça. Decidi abrir o tatilidades e escrever aqui...e não dormi.
Dormir é fundamental para deixar o inconsciente trabalhar, fazer as ligações necessárias e, principalmente, para acordar sem a preguiça. Acho que vou me dar 30 minutos! "Boa noite!"
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